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sexta-feira, 29 de maio de 2015

segurança pública

Pacto pela Vida. Comando da Polícia Civil quer ampliar prisões. Sindicato questiona iniciativa

Publicado em 28/05/2015 às 17:00 por em Notícias
A Secretaria de Defesa Social, através da Polícia Civil de Pernambuco, deflagrou desde a terça(26) e concluiu à meia noite de quarta (27) a Operação Esforço Geral – V, com o objetivo, de pelo quinto mês seguido e empregando o máximo de Policiais Civis em todo o Estado, aumentar em dois dias (26 e 27/05) o número de cumprimento de mandados de prisão e realizar prisões em flagrante delito por todo o estado.
Em debate no programa Cidade Vida, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, explicou que o programa Pacto Pela Vida havia saído dos trilhos justamente porque, em nove meses, no ano passado, a efetuação de prisões havia sido relaxada, com conseqüente aumento da criminalidade.
De acordo com a Polícia Civil, foram empregados na citada operação 555 policiais.
“Agora em Maio a operação Esforço Geral recolheu criminosos com envolvimento em homicídios, roubos, tráfico de drogas e outras ações criminosas. Também foi apreendido material como armas e munições”. Os detalhes da operação serão apresentados nesta sexta(29), às 8h30min, na sede operacional da Polícia Civil, no Recife.
Na mesma toada, o Sinpol divulgou uma nota oficial sobre a operação esforço geral. Veja os termos abaixo.
“O SINPOL entende que a Operação Esforço Geral, estratégia lançada pela Chefia da Polícia Civil para a cada final de mês, durante dois dias, realizar o máximo de cumprimentos de mandado de prisão, é uma tentativa de arrefecer a crescente violência no Estado e o consequente aumento no número de assassinatos. Na tentativa de se diminuir os índices, procura-se prender aquelas pessoas que já possuem mandado de prisão expedido e poderiam estar envolvidas ou vir a se envolver em crimes de homicídio.
É dever de todo Policial Civil cumprir mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário, envidando esforços no sentido de combater a criminalidade, dentro da legalidade, e em plena harmonia com suas atribuições. Para tanto, é preciso que sejam observadas as normas e técnicas amplamente conhecidas, garantindo-se também ao policial as condições necessárias para a proteção de sua própria vida, mesmo com os riscos inerentes à profissão.
Assim sendo, orientamos todos os Policias Civis a, participando de quaisquer operações policiais, observarem o uso e exigirem a disponibilização de equipamentos básicos de proteção individual e armamentos necessários para a proteção e bom desempenho nas tarefas realizadas, assim como observarem a necessidade de Ordem de Serviço para atividades externas, bem como resposta através de Parte de Serviço, e demais formalidades legalmente estabelecidas, contidas no Manual da Operação Polícia Cidadã e legislações pertinentes.
O Sindicato dos Policiais Civis propõe-se a contribuir para a promoção de segurança pública, resgardando-se os direitos dos agentes de segurança, profissionais tão pressionados pelas próprias características da profissão, por governos, pela mídia e pela sociedade, a quem devem proteger”, escreve a diretoria do Sinpol.

Pernambuco: Delegada diz que não vai mais tirar o PJES, porque só tem um Agente para ajudá-la e nada funciona na delegacia e manda ofício informando ao Ministério Público! Além de informa ao SINPOL e ADEPPE.

Ministério Público assume flagrante de tráfico de drogas em razão da falta de delegado de polícia! O promotor disse que na ausência do delegado de polícia de plantão para receber o flagrante após as 18 horas, e da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal para deslocar os suspeitos até a capital, coube ao MP instaurar procedimento investigatório para apuração do crime de tráfico ilícito de drogas.

TOCANTINS 

MPE assume investigação de tráfico de drogas em razão da falta de delegado de polícia

Da Redação
Foto: Ascom/MPE
 Também foram apreendidos maconha e cocaína
O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Guaraí, solicitou a prisão preventiva de Elenilson da Silva Aires e Ronielson Soares Calazans após a apreensão de 14,9 quilos de maconha e 1,6 quilo de cocaína.

Os suspeitos foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nessa terça-feira, 26, por volta das 17h30. O Poder Judiciário atendeu ao pedido do MPE e decretou a prisão preventiva dos dois.

O promotor de Justiça Gulherme Goseling Araújo, responsável pelo caso, relata que em virtude da ausência de delegado de polícia de plantão para receber o flagrante após as 18 horas, e da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal para deslocar os suspeitos até Palmas, coube ao MPE instaurar procedimento investigatório para apuração do crime de tráfico ilícito de drogas.

A decisão de solicitar a prisão preventiva levou em consideração o poder investigatório do Ministério Público Estadual, reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, a gravidade do crime praticado e a eminente soltura dos detidos.

“A prisão preventiva tem a finalidade de garantir a aplicação da lei penal, visto que os dois não possuem qualquer vínculo com a cidade de Guaraí e tampouco têm endereço confirmado. Se permanecessem soltos, poderiam empreender fuga e jamais serem encontrados novamente”.

Após a prisão preventiva, os suspeitos foram encaminhados à cadeia pública de Guaraí.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Fique livre do pesadelo do BNL e BGN

Todos os dias, policiais e bombeiros militares, associados ou não da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) estão procurando a sede da entidade para resolver pendências dos cartões BNL e BNG. Na manha desta quinta-feira (28.11), os diretores Salatiel Berto e Paulo Aquino receberam os sargentos do Corpo de Bombeiros, Kramer e Arielson; além do cabo Salustiano. Eles se associaram, e já deram entrada nação contra o BNL. O advogado Dr. Dário e a estagiária Kiane foram os responsáveis pela orientação jurídica.  


Não perca tempo, se associe você também!


Em nota, policiais civis dizem que ‘dificuldades econômicas não podem ser despejadas’ nos servidores

Publicado em 28/05/2015 às 11:52 por em Notícias
O Sinpol – Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco – reagiu às informações extra-oficiais dando conta que o Governo do Estado diz que “estourou os limites de comprometimento com a folha de pagamento dos servidores”.
NOTA DO SINPOL
A imprensa divulgou hoje que o Governo do Estado “estourou os limites de comprometimento com a folha de pagamento dos servidores”. Tal notícia vem no momento em que o SINPOL encontra-se em negociação com a Secretaria de Administração, tendo reunião marcada para o dia 08.06.2015.
Na mesma matéria veio a tona a realidade de outros Estados, que estão parcelando os salários do funcionalismo público, porém, Pernambuco encontra-se em melhores condições financeiras e administrativas frente a estes outros Estados, já que o crescimento econômico obtido nos últimos anos, acima da média nacional, contribuiu para que o Governo do Estado pudesse garantir o calendário de pagamento dos servidores, além de existir uma perspectiva de crescimento a médio prazo.
Acreditamos que as dificuldades econômicas não podem ser despejadas, mais uma vez, nas costas dos servidores, cujo esforço e persistência, apesar das condições adversas, contribuíram diretamente na execução dos programas de Governo que fizeram com que Pernambuco esteja hoje em melhores condições que os outros Estados.
Entendemos que, apesar das dificuldades pelas quais o país atravessa, é possível a construção de um caminho de valorização para a categoria dos Policiais Civis, passando pelas questões salariais.

PMPE: veja a convocação dos 652 segundo sargentos para tirar o CAS

Para ver clique AQUI

Estar virando rotina as ações de salvamento do Companheiro Edson Mendes no Salvamento de crianças, parabéns Companheiro.

Agora é só um mandato!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

emprego público

Governo do Estado autoriza concurso para 3 mil professores

Publicado em 27/05/2015 às 17:44 por em Notícias
O governador do Estado, Paulo Câmara, anunciou que autorizou, nesta quarta-feira (27), por meio da Câmara de Política de Pessoal (CPP), a realização de concurso público para contratação de três mil professores para atender a Rede Pública Estadual de Ensino.
O certame será realizado ainda neste ano.
Serão contratados professores, principalmente, das áreas de Química, Física, Matemática, Biologia, Educação Especial e Educação Profissional.
Os trâmites para a realização do concurso serão de responsabilidade das secretarias de Educação e Administração.

Governo mais uma vez coloca obstáculos para não reajustar os salários dos servidores do estado

Estado de Pernambuco: O Quadrimestre!

combate à violência

Em Garanhuns, promotor diz que policiais estão desmotivados e que delegados respondem por três municípios

Publicado em 26/05/2015 às 18:27 por em Notícias
codeam
O promotor de Justiça em Garanhuns Alexandre Bezerra afirmou, nesta terça-feira (26), que o futuro do Agreste é preocupante diante de tanta insegurança e da falta de atenção e de condições de trabalho para quem atua no combate à violência.
A declaração foi feita durante audiência pública promovida em Garanhuns pelo governo do estado para debater a questão.
Segundo ele, os policiais são mal qualificados e mal remunerados, não são reconhecidos e estão desmotivados.
“As viaturas estão sucateadas. Um único delegado responde por três delegacias”, afirmou.
O próprio secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, informou, na semana passada, que 70 dos 185 municípios pernambucanos estão sem delegado.
Bezerra condenou ainda a desorganização do evento para o qual o Ministério Público de Garanhuns – assim como prefeitos e deputados – não foi convidado ou informado.
“Não se pode conversar sobre segurança sem a presença da sociedade, da Assembleia Legislativa e de prefeitos. Não se sabe se essa falta de convite foi um desrespeito, uma desatenção ou apenas um erro”, frisou, acrescentando que ficou sabendo da audiência por meio de blogs.
“Temos que voltar à estaca zero, uma vez que a reunião proposta pela Secretaria de Defesa Social, mesmo sendo uma boa iniciativa, não teve representação suficiente para discutir segurança”, disse, deixado o clima tenso diante do secretário-executivo de Defesa Social, Rodrigo Bastos, que foi até Garanhuns representando o governo.
A falta de comunicação também foi criticada pelo deputado Álvaro Porto (PTB), representante do Agreste na Assembleia. Vice-líder da oposição, o petebista tem cobrado em pronunciamentos e reuniões – já esteve com Alessandro Carvalho – ações do governo do estado para o enfrentamento da violência que só cresce no Agreste.
Só no último fim de semana, o vice-prefeito de Angelim foi sequestrado, uma viatura da Polícia Militar foi incendiada em Lajedo, um assalto levou medo à zona rural de Iati e foram registrados assassinatos em Garanhuns e Belo Jardim.
Na audiência pública, Porto fez questão de parabenizar as forças policiais que se desdobram para cumprir sua função, mesmo com pouca estrutura. Ele voltou a afirmar ser inaceitável que uma única viatura com dois homens cubra três municípios.
Ao final do evento o secretário-executivo Rodrigo Bastos acabou se desculpando pela falta de divulgação da reunião. No entanto, não deu resposta positiva às solicitações feitas por líderes e prefeitos que integram a Comissão de Desenvolvimento do Agreste Meridional (Codeam): criação de Polícia Científica em Garanhuns, de uma unidade de Instituto Médico Legal e de um setor de inteligência regional.
Bastos informou que antes de instalar esses departamentos em Garanhuns é preciso finalizar obras que estão com cronograma atrasado em outras cinco cidades. Também afirmou que o efetivo será aumentado, mas não disse quando.
 http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/page/2/

terça-feira, 26 de maio de 2015

Atendimento dos cartões BNL e BGN é sucesso

Sucesso total! Os advogados da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) estão a todo vapor no atendimento aos associados com pendências nos cartões BNL e BGN (atual Itaú). Muitos PMs e BMs estão procurando a sede da entidade em busca de orientações. Na foto, a Dra. Julianne Bezerra atendendo a mais um associado. Para quem não sabe, a ASPRA – PE saiu na frente e já possui um acordo realizado junto ao Banco Itaú para viabilizar a resolução do problema para a tropa, incluindo o abatimento da dívida com o maior número de desconto possível. Seja você associado ou não, compareça a sede da entidade com o nome do titular do cartão, número do cartão, CPF e identidade. A Associação funciona de segunda à sexta e não fecha no horário de almoço. O endereço Rua Jornalista Paulo Bittencourt, N° 31 - Salas 101 e 102, Derby - Recife/PE. Fones: (81) 3221-0374 ou (81) 3314 – 0374.


opinião

Sem a figura de Eduardo Campos, o pacto vai para o divã

Publicado em 25/05/2015 às 10:46 por em Opinião
Pacto pela Vida. Foto: Bernardo Soares/Acervo JC Imagem.
Pacto pela Vida. Foto: Bernardo Soares/Acervo JC Imagem.
Por Fernando Castilho, da coluna JC Negócios, do Jornal do Commercio
Foi assim: quando, em 2007, com a marca de 4.739 assassinatos o governador Eduardo Campos foi conversar com o delegado da Polícia Federal, Wilson Damásio, a pergunta dele ao policial foi uma só: o que o senhor precisa para trabalhar na redução desses números? Damásio, com aquela cara de ator de filme policial americano, disse: um programa de computador para contar os mortos. A Polícia, governador, não pode ficar brigando com um blog de meninos do Jornal do Commercio, que tem mais eficiência que o IML.
Damásio se referia à iniciativa de um grupo de jornalistas (Eduardo Machado, João Valadares, Diogo Menezes e Carlos Eduardo) que entenderam de contar defunto para dizer, de fato, o quanto estavam matando de gente em Pernambuco, o PE Body Count.
A partir daí a conversa fluiu para um projeto mais sério e foi juntando mais gente. Acabou com o projeto e o conceito de gestão policial do Pacto Pela Vida. Vieram Luiz Ratton, da UFPE, o pessoal da TGI, de Francisco Cunha, e uma penca de instituições. Ninguém falou em unificar a polícia (tema que ainda é complicado no Brasil inteiro), mas na prática, Pernambuco acabou juntando melhor que noutros estados as ações das duas polícias, que culturalmente tem visões e estrutura diferentes. Não era, e nunca foi, uma convivência pacífica, mas o pulso firme e até mesmo a opinião irredutível de Eduardo Campos viabilizou uma ação conjunta.
Ah, o Governo do Estado tinha caixa. E além de gente de fora da SDS com experiência em gestão, promoção e gratificação, o Pacto virou uma experiência internacionalmente reconhecida. É bem verdade que até hoje a Secretaria de Planejamento nunca conseguiu fazer a conta de quanto o Pacto custou financeiramente. Mas, algumas coisas interessantes foram implantadas.
Com a ideia de dividir o estado em oito áreas sob comando de um Major PM, um delegado e um executivo de contas para tomar conta do dinheiro da operação. Não era uma convivência fácil. Mas, e daí?, dizia Eduardo Campos. Não quero que vocês se afinem e virem cunhados, genros ou sogros. Quero vocês para botar a tropa na rua, prender bandido e saber o que estão fazendo.
Sim, tinha o suporte de todo o governo com as outras secretarias que geraram o chamado Governo presente. Não bastava prender ou chegar batendo na comunidade. Tinha que dar uma esperança à meninada da periferia e melhorar a escola e vai por aí.
Mas, o Pacto Pela Vida tinha um “dono”, o governador. Sim, tinha ainda um “gestor operacional”. Economista, acostumado a mexer em planilha Excel e fazer conta, Eduardo Campo ia no detalhe depois que Geraldo Julio dava o suporte.
Todo mundo que trabalha com o atual prefeito do Recife sabe que ele é muito chato em termos de números e planilha. Imagina Geraldo com todo respaldo de Eduardo Campos que era um “cricri” em termos de metas.
Tem uma coisa que pouca gente sabe: No aperto geral, Wilson Damásio virou uma espécie de paizão da tropa devido ao sufoco que Eduardo Campos e Geraldo Julio davam nas reuniões do Pacto pela Vida. Na verdade, Damásio era quem fazia as metas com o comandante da PM e o Chefe de Polícia. Mas, para a tropa ele era o cara quem, do pescoço para baixo, podiam reclamar.
O problema do Pacto pela Vida começou quando Eduardo Campos deixou o governo. Geraldo Julio tinha virado prefeito do Recife com aquela conversa de monitoramento e Wilson Damásio, também não estava mais na equipe depois de uma desastrada entrevista ao JC.
Mudou o comando e o estilo e a tropa não sentiu firmeza na continuação do projeto. O estilo de João Lyra Neto e a falta de verba começaram a fazer a tropa relaxar a pressão. Aí veio a greve de maio de 2014. Para complicar, a ideia de voltar para a delegacia e ao Batalhão sem nada de reajuste fez a tropa relaxar geral.
Por mais duro que isso possa parecer, a verdade é que as polícias (Civil e Militar) acham que perderam prestígio. Isso abriu espaço para, na PM, e na SDS os grupos começassem formar para se defender. Na verdade, eles sempre existiram, mas com a saida de Eduardo Campos as reivindicações e articulações para proteger os diversos grupos ficaram mais firmes.
O tempo passou e a crise financeira foi se agravando. Nem João Lyra Neto e nem Paulo Câmara tem o estilo do “murro na mesa” e nem a articulação política de Eduardo Campos. E nem o secretário de Defesa Social, Alessando Carvalho se sente com a força que Wilson Damásio tinha nos anos do Pacto pela Vida com Eduardo Campos mandando o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, pagar a conta.
Isso explica porque é que o Pacto pela Vida hoje está no divã. Pouca gente lembra, mas a Polícia Civil está em Operação Padrão desde janeiro. Na prática, quer dizer o seguinte: quando uma guarnição da PM chega numa delegacia com um preso, o delegado e o escrivão seguem o que recomenda o manual. Isso leva tempo que é gasto deliberadamente. Na prática, a guarnição fica horas na delegacia esperando. Resultado: sai da rua e perde capacidade de ação militar no cenário do crime. Imagina isso em todo estado e na RMR?
Os delegados estão em campanha salarial e ainda com uma briga para travar o concurso que a SDS está fazendo, conseguiram parar o processo como uma demonstração de força. Mas, no fundo, a SDS tem uma quebra de braço com o governo. Lembra da promessa de uma conversa no começo do mandato do novo governador? Até agora, nada.
Tem mais: uma coisa era Geraldo Julio, forte, até chato com os números, mas prestigiado com Eduardo Campos dando um “aperto de torar” na SDS. Outra coisa é Danilo Cabral. O estilo é diferente. E aí fica na conta das pessoas de baixo que hoje só contam cadáver e estatística ruim.
E como parece ser uma tendência no governo Paulo Câmara alguém já sugeriu uma consultoria.  Consultoria ajuda, mas sem um foco é como chamar um cara famoso para pegar no teu braço e dizer as horas. E ainda pagar caro por isso.
Sem verba e sem que o governador comece a assumir o projeto disposto a gastar mais, o secretário de Defesa Social, Alessando Carvalho e o secretário de Planejamento Danilo Cabral vão ficar nesse reme-reme de um número aqui e outro ali.
O Pacto pela Vida deu certo porque o governador cobrava olhando no olhos. Aos subordinados da SDS era uma fala direta. E, é claro, mandando gastar aonde era preciso. Se isso não acontecer pode ter um pacote de consultor que a tropa não vai reagir.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Ministério Público do Trabalho - MPT, quer saber porque um cabo ficou preso por reclamar da escala de abusiva de serviço! O MPT foi a Brasilia pressionar os Deputados e Senadores, e disse que "prisão foi feita pra bandido e não pra quem reivindica melhorias!". Veja o vídeo.

Bombeiro é preso por denunciar
jornada de trabalho, em Goiânia
Para ver o vídeo clique AQUI

CFO da Polícia Militar Paraíba vai utiliza nota do Enem no concurso: Os candidatos que pretendem concorrer ao Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar devem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá as inscrições abertas nesta segunda-feira (25) até o dia 5 de junho. A PM utiliza o Enem como nota da etapa intelectual, primeira fase do certame.

CFO da Polícia Militar utiliza nota do Enem no concurso

Os candidatos que pretendem concorrer ao Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar devem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá as inscrições abertas nesta segunda-feira (25) até o dia 5 de junho. A PM utiliza o Enem como nota da etapa intelectual, primeira fase do certame.


O critério de avaliação teórica pelo Enem foi adotado pela Polícia Militar desde o ano de 2013, quando a Universidade Federal da Paraíba também passou a adotar a prova. A nota do exame na corporação serve como critério de classificação dos candidatos para as fases seguintes do concurso: Psicológica, Saúde, Física e Avaliação Social.


Além da inscrição do Enem, o candidato realiza também a inscrição na PM - que é referente às fases complementares do concurso. O edital deve ser lançado ainda esta semana, com número de vagas e outras informações.


A capitã Carla Marques, da Comissão de Divulgação do Curso de Formação de Oficiais, explicou que a inscrição no Enem é pré-requisito para que o candidato possa se inscrever no edital da PM. “A garantia da concorrência ao candidato só é feita com a realização da inscrição nos dois editais, do Enem e da Polícia Militar. O primeiro é pré-requisito obrigatório para a segunda inscrição junto à Polícia Militar, quando o edital for publicado. A inscrição na PM é para subsidiar as fases seguintes do concurso”, detalhou.


Carla Marques informou ainda que critérios exigidos no último edital continuam valendo, a exemplo da altura, idade e outros critérios técnicos. “São previsões de nossa legislação para o ingresso na instituição, portanto os interessados podem sim tomar como base as exigências do último edital”, pontuou.

O Enem - De acordo com o Ministério da Educação, a edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será realizada nos dias 24 e 25 de outubro. As inscrições serão abertas nesta segunda-feira (25) e vão até o dia 5 de junho. A taxa cobrada este ano é de R$ 63,00 e pode ser paga até o dia 10 de junho.


Redação


Fonte: Paraíba Agora

PMPE vai convocar 652 Sargentos para tirar o CAS.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

A CONGM - Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil informa que no dia 26/05/2015 na Câmara dos Deputados em Brasília, vai acontecer o Seminário Internacional sobre Segurança Pública. Apesar desse evento tão importante não pautar as Guardas Municipais, que é expressão da falta de reconhecimentos pelos organizadores, será importante participar e marcar posição e destacar que qualquer mudança no sistema de segurança pública passa necessariamente pelo reconhecimento, fortalecimento e inserção das Guardas Municipais como atores fundamentais, que pela sua vocação e notório reconhecimento público, com uma atuação em mais de 1000 Municípios brasileiro, sobretudo, na prevenção social das violências, se credenciou para assumir esse posto e a lei 130.22/2014 consolidou todo esse processo.
O evento está divido em dois grandes momentos. Das 9 às 13 horas terá a exposição dos Palestrantes do Chile, Portugal, e Fórum Brasileiro de segurança Pública. E a tarde será de consolidação e encaminhamento protagonizado pelo CRISP/UFMG, NESP/FJP; Instituto SouDaPaz; NEV/USP; FENAPF, ADPF, ADEPOL, ANASPRA, FENARPF, Viva Rio, MovPAz, CNCG, CONCPC, ANPR, FENEME, ANERMB, CONSESP, MNDH, CONSESP, DPF.
Mais informações:
Programação
26/05/2015 08:00 às 18:00 - Auditório Nereu Ramos. Seminário Internacional sobre Segurança Pública
08:00 - Credenciamento
08:40 - Mesa de abertura
- Dep. Federal Subtenente Gonzaga – PDT/MG
- Dep. Federal Eduardo Cunha – PMDB/RJ, Presidente da Câmara dos Deputados
- Ministro Manoel Dias – Ministro do Trabalho e Emprego - PDT
- Senador José Medeiros – PPS / MT
- Carlos Lupi – Presidente Nacional do PDT
- Dep. Federal José Priante – PMDB/PA - Presidente da Comissão de Segurança Pública
e Combate ao Crime Organizado
- Dep. Federal Alberto Fraga – DEM/DF – Presidente da Frente Parlamentar de
Segurança
09:30 - 1º Painel: A Polícia de Ciclo Completo no Chile, Portugal e sua eficácia na elucidação de crimes - Mesa 1
Primeira Mesa de Palestras e Debates
1º Moderador
Deputado Federal Subtenente Gonzaga
09:40 – 01 – Palestra Representante do Chile
Senhor Luis Vial, Jefe de la División de Estudios y Programas de la Subsecretaría de
Prevención del Delito, del Ministerio del Interior y Seguridad Pública de Chile.
10:20 – 02 - Palestra Representante Portugal
Senhora Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna de Portugal - Procuradora
Geral Adjunta Dra. Helena Fazenda
11:00 – 03 - Palestra Representante o Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Dr. Renato Sérgio de Lima – Fórum Brasileiro de Segurança Pública
11:30 - 1º Painel: A Polícia de Ciclo Completo no Chile, Portugal e sua eficácia na elucidação de crimes - Mesa 2
Segunda Mesa de Palestrantes e Debate
2º Moderador
Márcia Rabelo - Policial Rodoviário Federal, Chefe do Núcleo de Apoio Técnico Jurídico
da Superintendência Regional da PRF/GO
11:40 – DPF – Dr. Leandro Daiello Coimbra – Diretor Geral da Polícia Federal
11:50 - ADPF – Bel. Dr. Marcos Leôncio Ribeiro – Presidente da Associação de
Delegados da Polícia Federal
12:00 - ANPR – José Robalinho Cavalcanti – Presidente da Associação Nacional dos
Procuradores da República
12:10 - ANASPRA – Elisandro Lotin de Souza – Presidente da Associação Nacional das
Entidades Representativas de Praças Policiais e Bombeiros Militares
12:20 – Interação e debates com participantes
14:00 - 2º Painel - Convergências e Divergências na adoção da Polícia de Ciclo Completo no Brasil - Mesa 1
(Explanação de posicionamentos de entidades de trabalhadores e organizações da
sociedade civil)
1ª Mesa
MODERADOR
Dep. Estadual Sgt Rodrigues - MG
14:00 - CRISP/UFMG – Dra. Ludmila Ribeiro – Professora Doutora Adjunta do Centro
de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública - UFMG
14:10 - MOV PAZ – Dr. Almir Laureano – Doutor Honóris Causa pela UFPB,
Coordenador do MOV PAZ e da Rede Desarma Brasil
14:20 - VIVA RIO – Tião Santos – Coordenador do VIVA RIO
14:30 - ADEPOL – Bel. Dr. Carlos Eduardo Benito Jorge – Presidente da Associação de
Delegados do Brasil
14:40 – Secretário Nacional de Organização do PDT - Inspetor da Polícia Civil do Rio de
Janeiro - Everton Gomes
14:50 - 2º Painel - Convergências e Divergências na adoção da Polícia de Ciclo Completo no Brasil - Mesa 2
2ª Mesa
Moderador
Dep. Federal Cabo Sabino
14:50 - SOU DA PAZ – Carolina Ricardo – Assessora Sênior de Justiça e Segurança
Pública do Instituto Sou da Paz
15:00 - MNDH – Rildo Marques - Coordenador Geral Movimento Nacional de Direitos
Humanos
15:10 - FENAPEF – Luis Antônio Boudens – Vice Presidente da Federação Nacional dos
Policias Federais
15:20 - CONSESP – Bernardo Santana de Vasconcellos – Presidente do Colégio
Nacional de Secretários de Segurança Pública
15:30 – Presidente do Movimento Ação da Mulher Trabalhista PDT - Miguelina Vecchio
16:00 - 3º Painel - Por que o Brasil não adota a Polícia de Ciclo Completo? Desconhecimento, inércia política ou interesses corporativos? - Mesa 1
(Explanação de posicionamentos de entidades de trabalhadores e organizações da
sociedade civil)
1ª Mesa
Moderador
Dep. Federal Rocha
16:00 - FENAPRF – Tiago Arruda – Diretor Jurídico da Federação Nacional dos Policiais
Rodoviários Federais
16:10 - NEV/USP – Andre Zanetic - Doutor em Ciência Política e Pesquisador do Núcleo
de Estudo de Violência da USP
16:20 - ANERMB – Lucas Leal – Presidente da Associação Nacional de Entidades
Representativas de Militares e Bombeiros
16:30 - FENEME – Ronaldo de Assis – Vice Presidente da Federação Nacional das
Entidades de Militares Oficiais do Brasil
16:40 - Inspetor da Polícia Civil RJ - Professor Universitário - Francisco Chao de La Torre
16:50 - 3º Painel - Por que o Brasil não adota a Polícia de Ciclo Completo? Desconhecimento, inércia política ou interesses corporativos? - Mesa 2
2ª Mesa
Moderador
Márcio Bastos de Oliveira - Inspetor da Polícia Civil – RJ
16:50 - ADPF – Bel. Dr. Marcos Leôncio Ribeiro – Presidente da Associação de
Delegados da Polícia Federal
17:00 - CONCPC – Bel. Dr. Kleber Luiz da Silva – Vice Presidente do Conselho Nacional
dos Chefes de Polícia Civil
17:10 - EG/FJP – Dr. Eduardo Cerqueira Batitucci - Doutor em Ciência Política e
Pesquisador do NEV/FJP
17:20- CNCG – Cel. PM/GO Silvio Benedito Alves – Presidente do Conselho 
Nacional
dos Comandantes Gerais
17: 30 – Debates
18:00 – encerramento

Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho excessiva!

Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia
Superintendência Regional do Trabalho apura se houve excesso em prisão. Corporação diz que prisão consta em regulamento e estuda mudar escala.
22/05/2015 16h24 - Atualizado em 22/05/2015 16h24
Do G1 GO
A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) investiga a prisão do cabo do Corpo de Bombeiros Uilia Braga, suspeito de denunciar excessos na escala de trabalho. Ele está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia. "Nós denunciamos a escala dos bombeiros. Ela tem privado a pessoa humana do convívio com sua família. Ela tem privado o cidadão de ter acesso à dignidade”, afirmou Uilia em entrevista à TV Anhanguera pelo telefone celular ao qual tem acesso dentro do Batalhão.
Segundo Uilia, em agosto do ano passado ele participou de uma reunião para denunciar o que ele considera uma jornada de trabalho excessiva. Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.
O cabo acredita que a punição foi exagerada. "Minha carreira acabou de ser sepultada. Eles cuidaram de enquadrar tudo o que fiz, a busca dos direitos, eles me enquadraram nos piores tipos indisciplinares existentes no regulamento", afirma.
Para a União dos Militares de Goiás, a prisão foi abusiva, já que os bombeiros punidos buscavam melhorias. Além disso, denuncia um déficit de profissionais na corporação. “A mão de obra para prestar esse tipo de serviço O governo não contrata mão de obra para a Polícia Militar, e nem para o Corpo de Bombeiros. Ou seja, [não há] mão de obra para prestar esse tipo de serviço, para poder não sobrecarregar os companheiros de trabalho”, afirma o presidente da União, Valdenir Medrado.
Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)O comando dos Bombeiros afirma que o homem cumpre prisão por ter cometido transgressão grave, prevista no regulamento da corporação. Além disso, diz que ele foi punido após a instauração de procedimento administrativo.
Uma auditoria da SRTE investiga o caso. A prisão disciplinar de militares é prevista no regulamento da corporação, mas a auditora Jaqueline Carrijo questiona os efeitos da punição na carreira dos oficiais. "Prisão é para bandido. Não é para trabalhador que reivindica melhor condição de trabalho", afirma a auditora.
O comando do Corpo de Bombeiros explica que a jornada atual dos militares é de 24 horas trabalhadas por 48 horas de descanso. Além disso, afirma que a corporação estuda a possibilidade de implantar uma escala de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.
Já sobre a falta de trabalhadores, a corporação informou que o planejamento estratégico prevê a necessidade de concurso público para aumentar e efetivo nos próximos anos. Entretanto, não foi dito uma data específica para que isso ocorra.

PMPE: bandidos explodem a Agência do Bradesco e atiraram contra destacamento, o policiamento reage e um elemento é baleado a viatura da PMPE está crivada de bala! Três Batalhões e três Companhias Independentes estão no cerco são eles: 7º Ouricuri, 8º Salgueiro, 5º Petrolina e a 2ª CIPM Cabrobo e 7ª CIPM Santa Maria da Boa Vista e também foi acionada a CIOSAC.

7 BPM Santa Filomena 
Por volta das 4:00h aproximadamente 10 elementos fortemente armados em um veiculo Gol branco e uma Strada vermelha explodiram a agência do Bradesco de Santa Filomena que fica uma residência após o destacamento. Os mesmos mantiveram a dupla PM encurradalada dentro do destamento mediante tiros. A viatura PM ficou crivada de balas. Os elementos fulgaram por Santa Cruz da Venerada em sentido Cabrobó. Já houve confronto com o GATI  do 7 BPM. Bandidos abandonaram Fiat Strada, um bandido ferido e preso pelo GATI, o qual informou que é de Cabrobó e os demais também são daquela cidade e de Salgueiro. Equipes estão terreno fechando o cerco sob comando do Cap PM França, Oficial de Permanência e do Oficial do Cecop, Ten PM Josenildo. Já está acionado apoio do 5 e 8 BPMs e 2 e 7 CIPM devido área de divisa onde elementos estão cercados. Também já está em deslocamento apoio da Ciosac. Nenhum  PM ferido.
Um assaltante Morto ate o presente

sábado, 23 de maio de 2015

Policiais militares e civis se aliam e acenam com greve geral no RS

Duas corporações que trabalham em conjunto pelo mesmo serviço à população, mas que convivem com uma certa rivalidade interna na estrutura da Segurança Pública, se uniram por interesses em comum em torno de suas representações sindicais. Escudadas no clamor social por mais segurança e motivadas, principalmente, pelos cortes promovidos pelo governo em nome da crise financeira, as entidades que representam a Brigada Militar e a Polícia Civil se aproximaram e passaram a escancarar um clima de insatisfação geral contra o discurso adotado pelo Palácio Piratini.
O corte de horas extras, parcelamento de salários e a falta de investimentos somados a carências históricas na área causam grande preocupação entre sindicatos e associações. Internamente, os servidores entendem que as medidas tomadas pelo governador José Ivo Sartori tiraram a “motivação” de policiais militares e civis. A resistência ao Executivo aumenta a cada dia, pois as ações do governo – tidas como impopulares pelas categorias – provocaram constrangimento em ambas as corporações.
Por enquanto, ações mais contundentes ainda estão sendo estudadas e não há consenso sobre paralisação ou possibilidade de greve geral na Segurança, como ocorreu em 1997, no governo de Antônio Britto, e também em 2004, com Germano Rigotto. Porém, pelo menos duas assembleias de categorias já estão marcadas, e há fortes indícios de que o assunto entrará na pauta em breve, podendo atingir mais um governo do PMDB.
Entre as entidades que assumem publicamente o indicativo de greve está a Ugeirm-Sindicato, que representa os escrivães, inspetores e investigadores de polícia do Rio Grande do Sul. Recentemente, no final de abril, a categoria promoveu uma paralisação de 24 horas.
— A onda de violência nas ruas vem crescendo muito e atingiu níveis alarmantes, o que não tínhamos visto até então. Mesmo com o clamor popular, o governo não dá sinais positivos para a categoria — diz o vice-presidente da Ugeirm-Sindicato, Fábio Castro.
Aparício Santellano, presidente da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), comemora a aproximação com os servidores da Polícia Civil e afirma que fará viagens ao interior do Estado para buscar mais apoio ao movimento.
— Nunca vi uma mobilização tão forte. O governo criou uma falsa expectativa e não cumpriu nada. Vamos fazer contato com unidades do interior para obter um apoio maciço, sabendo que logo ali na frente pode ter uma greve geral. A Brigada está fechada com a Polícia Civil.
Amparado em uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a partir de uma ação que teve início em 2007, ainda no governo Yeda Crusius, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinpol-RS) cobra o cumprimento da sentença que proíbe atraso ou parcelamento dos salários do funcionalismo.
— Há risco de medidas mais fortes contra o governo sim. O clima é de insatisfação geral. Tem muita gente indignada com o que está acontecendo — relata o segundo vice-presidente do Sinpol-RS, Rogério Bilhalva.
Com o mesmo tom nas críticas ao governo, mas um pouco mais cautelosa no assunto greve, a Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul (ASDEP-RS) entende que é preciso calma para tratar do tema. Por outro lado, ingressou com um mandado de segurança na Justiça para tentar garantir uma multa diária de R$ 100 mil ao governador Sartori caso ele descumpra a ordem judicial que determina o pagamento dos salários em dia. Nesta quinta-feira, o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça.
— Já tomamos várias atitudes, inclusive judiciais, proibindo algumas medidas. Não se pode deixar de pagar o salário dos servidores. Mas estamos trabalhando com calma, temos uma postura séria, transparente e leal aos nossos princípios – ameniza o delegado Wilson Müller Rodrigues, presidente da associação.
O representante da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), por sua vez, considera que o momento é delicado e grave.
— É uma união praticamente inédita das entidades da segurança. Estamos passando por um momento muito grave. A Segurança Pública é prioridade. O governo não tem o direito de mexer na motivação da polícia. Atos ilegais devem ser combatidos em vários eixos — avalia o coronel Marcelo Gomes Frota.
— Nós estamos algemados, não temos mais liberdade. A sociedade pede e não conseguimos atender. Cortaram horas extras, diárias, falta efetivo nas ruas, dinheiro para viagens. Existem cidades do interior que não têm um brigadiano sequer. O governo massacra os brigadianos — ressalta o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Brigada Militar (Abamf), Leonel Lucas.
Duas categorias já convocaram assembleia para os próximos dias: a Asdep-RS se reúne nem 29 de maio, enquanto a Ugeirm-Sindicato promoverá encontro no dia 8 de junho.
Estado tem limitação financeira, argumentam secretários
Diante das críticas das categorias, o secretário estadual de Segurança Pública (SSP), Wantuir Jacini, entende que é “compreensível que haja insegurança com relação ao futuro”, em função da crise financeira do Estado e do País.
— É preciso observar que não só o Estado, mas o País como um todo atravessa uma forte crise econômica. É compreensível que, em um contexto como esse, haja insegurança com relação ao futuro próximo e que essa incerteza atinja os servidores públicos — destacou.
Ainda conforme Jacini, a possibilidade de greve não assusta o governo, porque o diálogo com a categoria está aberto e o Piratini vem atendendo às reivindicações, como a manutenção dos salários de abril.
— Atendemos e atenderemos a todos os pedidos de audiência solicitados pelas entidades. Por um dever constitucional, faremos tudo ao nosso alcance para não chegarmos a este ponto (greve), até porque confiamos que as medidas que estão sendo adotadas vão ao encontro dos interesses dos servidores, e confiamos na responsabilidade destes para com a sociedade gaúcha — salientou o secretário.
Já o titular da Casa Civil, secretário Márcio Biolchi, tratou de amenizar o clima de insatisfação que, segundo ele, é compartilhado pelo governo estadual. Porém, reforçou que o Estado enfrenta uma profunda crise financeira.
— A preocupação das entidades é tão intensa quanto a preocupação do governo. Temos dedicado todos os esforços para manter as atividades dos servidores. Reconhecemos a parcela do mês de maio e entregamos já neste ano cerca de 250 viaturas. Sabemos da legitimidade dos seus pleitos. Agora, esta não é uma opção do governo (de parcelar salários). O Estado tem limitação financeira. Cobrar do governo o que ele não tem condições de entregar não vai resolver nosso problema.
*Zero Hora

Governo não cumpre acordo e ASPRA – PE cobra retomada das negociações

Não é possível confiar no novo governador do Estado. É o que conclui a Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE). O mês de maio está chegando ao fim e o Governo não cumpriu o que prometeu. Estão negligenciando a insatisfação dos profissionais de Segurança Pública. Até o momento, nada de negociação salarial, plano de cargos e carreiras (Lei de Promoções), Código Disciplinar ou qualquer outro item de fundamental importância para a tropa.

Preocupada com a situação, a ASPRA – PE já encaminhou oficio convidando as entidades representativas para uma reunião sobre o assunto e agora enviou documento ao Governo do Estado cobrando um posicionamento. A tropa está cada vez mais insatisfeita e desacreditada. As associações continuam cumprindo o papel de tentar intermediar as negociações mas a situação está feia mesmo é para o Governador.




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Associado: fique atento ao nosso desconto



Associado, colabore! Ajude a sua entidade a crescer. É simples: basta ficar atento ao valor que é descontado da sua conta bancária em favor da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA- PE). Muitos policiais e bombeiros estão esquecendo esse detalhe e, na hora de sacar o salário, não deixam a quantia referente à mensalidade da Associação. 

Segundo do diretor da ASPRA – PE, Salatiel Berto, “o nosso debito só é feito no dia do pagamento, após o horário bancário e dependemos muito de sua contribuição para honrar com os compromissos da entidade. Lembrando que se você tem outros descontos em débitos automáticos deve fazer a soma de ambos para não deixar de honrar seus compromissos, principalmente, se for a cesta do banco”, explica. 

Muitos associados não estão fazendo isso, resultado: como o valor da ASPRA – PM/BM não é descontado, o PM ou BM fica em débito com a entidade.  A inadimplência está grande, o que vem deixando a entidade no sufoco. Sem verbas, temos dificuldades para a manutenção da estrutura da mesma. 

Com todos os associados em dia, podemos ofertar serviços médicos, odontológicos, contratar mais advogados, abrir regional em caruaru (descentralizando nossos serviços). Sendo assim, pedimos ao associado que fique atento quanto ao desconto. Com todos associados em dia (infelizmente, o que não acontece hoje) poderíamos melhorar nossos serviços.