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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Policiais civis marcam novo protesto para quarta-feira nas ruas do Recife

PUBLICADO EM 02/07/2015 ÀS 18:59 POR  EM NOTÍCIAS
Publico
Nesta quinta-feira, os Policiais Civis de Pernambuco realizaram uma passeata pelas ruas do Recife. Após um café da manhã, um “enterro” simbólico do Pacto Pela Vida foi realizado ainda na concentração.
Uma nova paralisação de 24 horas foi marcada para a próxima quarta-feira (8).
A entrega do PJES, Programa de Jornada Extra da Segurança, foi realizada pela categoria e também ficou decidido que os peritos do IML (Instituto de Medicina Legal) também vão aderir ao movimento.
“Esse foi o meio encontrado para que o Estado procure analisar melhor a forma de negociação com a categoria”, reclamaram.
Cerca de dois mil Policiais Civis, entre agentes, peritos, escrivães e delegados, concentraram-se em frente à Seplag (Secretaria de Planejamento do Estado) para juntos realizar a maior passeata já registrada pelo sindicato.
Seguindo para o Palácio do Campo das Princesas, a passeata passou pela Avenida Mário Melo, Cruz Cabugá, Conde da Boa Vista e Rua da Aurora.
A ADEPPE (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Pernambuco) estava representada pelo seu presidente, Francisco Rodrigues.
“Não vamos baixar a cabeça para a falta de proposta do Governo. Temos, mais do que nunca, que nos unir e fazer a diferença. Juntos, poderemos mudar essa realidade”, comentou.
Já o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, após reunião com o Secretário Marcelo Canuto, no Palácio do Campo das Princesas, disse que a categoria não aguenta mais a falta de respeito que o Governador Paulo Câmara está tendo perante as reivindicações que foram entregues no início do ano.
“Nós queremos que a sociedade pernambucana tenha segurança de qualidade. Não podemos fechar os olhos para a precária situação de trabalho que o Governo do Estado está dando para categoria. Do jeito que está não dá mais”, comentou Áureo.
“Os números dos crimes divulgados pelo Governo não condiz com a realidade. Pernambuco, que vive assustado com tanta violência, não pode ser conivente com o Estado. Os dados comprovam que até junho dente ano, 1.921 homicídios já foram registrados em Pernambuco. Até maio, já são mais de 300% de assaltos a agências bancarias e 30% de aumento no número de assaltos a ônibus”, afirmou.

E atenção PMs da CIATUR da PMPE denunciam Oficial ao Ministério Publico! Segundo a denúncia o Oficial estaria escalando os PMs que estavam de atestado médico em escala extra. Segundo o Promotor que recebeu a denúncia, caso fique comprovado o oficial pode responder não só pelo constrangimento, como também por outros crimes como abuso de poder, o Promotor disse: "vamos oficiar a pmpe para prestar esclarecimentos". Veja o texto e o Documento de entrada no Ministério Público que estar circulando nas redes sociais.

Repassando: 

Policiais da Ciatur denuciam ao MPPE, o oficial que vem obrigando os policiais a cumprirem escala extra por apresentar atestado médico, veja copia da denúncia feita, segundo os policiais eles são obrigados a cumprir expediente mesmo doentes. O promotor que recebeu os documentos comprovando o alegado, disse: O oficial pode responder não só pelo constrangimento, como também por outros crimes como abuso de poder, vamos oficiar a pmpe para prestar esclarecimentos.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Sobre a entrega do PJES, pelos Delegados da Polícia Civil, o Major José Marcos da PMPE escreveu:

 

sábado, 27 de junho de 2015

Pernambuco: Delegados decidem “boicotar” operações do Pacto pela Vida. A Adeppe também planeja uma mobilização em frente à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) no próximo dia 2 de julho, às 8h30. O sindicato da Polícia Civil (Sinpol) também se integra à caminhada, que segue até o Palácio do Campo das Princesas.

Delegados decidem “boicotar” operações do Pacto pela Vida


PUBLICADO EM 26/06/2015 ÀS 20:11 POR  EM NOTÍCIAS

pacto-pela-vida
Foto: JC Imagem
Após assembleia nesta sexta-feira (26), os delegados da Polícia Civil de Pernambuco decidiram montar uma agenda de mobilização para pressionar o governo do Estado. Entre as ações, os servidores decidiram que não vão participar das operações de repressão qualificada do Pacto pela Vida. As informações foram repassadas pela Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe).
No encontro, os delegados decidiram entregar imediatamente as jornadas voluntárias extraordinárias (PJEs), afirmaram que vão continuar priorizando a ordem cronológica dos inquéritos e, para se contrapor ao Pacto pela Vida, vão lançar o Pacto pela Valorização.
A Adeppe também planeja uma mobilização em frente à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) no próximo dia 2 de julho, às 8h30. O sindicato da Polícia Civil (Sinpol) também se integra à caminhada, que segue até o Palácio do Campo das Princesas.
O presidente da associação, Francisco Rodrigues, criticou os baixos salários da categoria e a falta de valorização dos profissionais. “Trabalhamos em prédios alugados, sem estrutura, com equipamentos de proteção vencidos. Não é só pela valorização salarial”, afirmou.
Segundo o representante da Adeppe, os delegados estão entregando os plantões do Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES), porque afirmam que não têm condições ideais de trabalho.
Os delegados também prometem paralisar as operações “contra ameaça” e “esforço geral”. As duas são mecanismos incorporados ao plano de segurança do Estado para diminuir os índices de violência. A primeira busca interrogar suspeitos de ameaça de morte, além de abrir o termo circunstanciado de ocorrência (TCO). Já a segunda operação é mais focada no cumprimento de mandados de prisão.
Desde que assumiu, em abril último, a nova gestão da Adeppe vem subindo o tom das críticas e tomando decisões que impactam as principais vitrines do governo na área da segurança pública.
Entre as principais reivindicações da categoria estão melhores condições de trabalho e reestruturação da carreira. Atualmente, segundo a Adeppe, o cargo conta com 30 faixas salariais, com progressões anuais, o que praticamente impede que os novos delegados cheguem ao último nível. A entidade reclama, ainda, que recebe “tratamento desrespeitoso” do Governo do Estado.
“Os policiais civis são, constantemente, vilipendiados ao ponto de o Governo, para justificar a falta de equipamentos de proteção individual (EPI) , considerar o uso de colete à prova de bala ‘excesso de zelo ou capricho’. Isso é um completo absurdo. Estamos sendo compelidos a trabalhar de graça, sob pena de termos os salários descontados”, criticou Francisco Rodrigues.
Fonte: Blog de Jamildo 

E atenção! Ministério Púbico de Pernambuco oficia PMPE para que apresente num prazo máximo de 30 dias quantos PMs tem condições de fazer o CFS, CFC, CAS, CFOA E CFO.

LEI COMPLEMENTAR 134/2008


TÍTULO III
DAS CONDIÇÕES BÁSICAS
Art. 17. São condições imprescindíveis para promoção do praça à graduação superior por antigüidade:
I - ter concluído, com aproveitamento, até a data prevista para encerramento das alterações, o curso que o habilita ao desempenho dos cargos e funções próprios da graduação superior;
II - ter completado até a data da promoção, os seguintes requisitos:
a) interstício mínimo:
1. Primeiro-Sargento: 02 (dois) anos na graduação;
2. Segundo-Sargento: 02 (dois) anos na graduação;
3. Terceiro Sargento: 02 (dois) anos na graduação;
4. Cabo: 03 (três) anos na graduação;
5. Soldado: 03 (três) ano de efetivo serviço na respectiva corporação militar;
b) serviço arregimentado:
1. Primeiro-Sargento: 01 (um) ano;
2. Segundo-Sargento: 02 (dois) anos;
3. Terceiro-Sargento: 02 (dois) anos;
III - estar classificado, no mínimo, no comportamento BOM;
IV - ter sido considerado apto na inspeção de saúde para fins de promoção, ressalvada a hipótese do art. 19 desta Lei Complementar;
V - ter sido incluído no Quadro de Acesso (QA) de sua respectiva qualificação.
§ 1º Será computado como serviço arregimentado para fins de ingresso em QA, o tempo passado:
I - em unidade operacional;
II - em unidade e órgão de apoio;
III - em funções técnicas de suas especialidades, pelos graduados músicos, em qualquer Organização Militar Estadual.
CFS:
CFC:

CAS, CFOA, CFO:


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Reunião na SAD marca retomada das negociações

A Associação de Praças de Pernambuco  (ASPRA - PE) e demais entidades participaram na tarde desta quinta-feira (18.06) de reunião Secretaria de Administração do Estado com o secretario Milton Coelho, esteve presente o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho. Em pauta, a retomada das negociações. Após muita insistência, foi criada uma comissão permanente de negociação. A expectativa agora é quanto a nomeação oficial da comissão que vai dar andamento as negociações, incluindo a construção do novo código disciplinar, plano de cargos e carreiras, hospital da PM, guarda patrimonial e outros temas importantes para a tropa. A ASPRA - PE vai manter os PMs e BMs informado de todos os passos.

Diretores da ASPRA – PE estão na SAD




Finalmente! Após diversos ofícios e as cobranças da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) , a qual na semana passada esteve pessoalmente na Secretaria de Administração do Estado (SAD), o secretário Milton Coelho decidiu voltar a conversar. Neste momento (18.06), diretores da ASPRA – PE estão na sede da SAD lutando pela retomada das negociações. Em breve, mais informações.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

PMPE: Ministério Público recomenda(determina), que a PMPE, não utilize o CFSd nos festejos juninos! Segundo o promotor que assina a recomendação, o cronograma do curso prevê o término das aulas no dia 30 de julho, após o período de São João. “Além disso, de 31 de julho a 14 de agosto está previsto o período de estágio ou prática policial militar, sem o qual nenhum PM está apto ao serviço nas ruas”.


São João sem os novos PMs

Ministério Público recomenda não utilização dos alunos que ainda estão no curso de formação
Do JC Online
Publicado em 

1.097 homens e mulheres fazem atualmente o curso de formação de soldado
1.097 homens e mulheres fazem atualmente o curso de formação de soldado
Guga Matos
A 7ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou, ontem, à Secretaria de Defesa Social (SDS) a não utilização dos 1.097 alunos que estão no Curso de Formação da Polícia Militar no patrulhamento de eventos juninos deste ano no Estado. Segundo o promotor Westei Conde, que assina a recomendação, o cronograma do curso prevê o término das aulas no dia 30 de julho, após o período de São João. “Além disso, de 31 de julho a 14 de agosto está previsto o período de estágio ou prática policial militar, sem o qual nenhum PM está apto ao serviço nas ruas”, diz. 
Segundo o texto assinado pelo promotor, a eventual utilização de alunos do curso da PM “poderá resultar em possíveis prejuízos para a sociedade, sobretudo no tocante à qualidade do policiamento ostensivo a ser prestado”. “Trata-se de alguém que ainda não tem pleno conhecimento e domínio das técnicas e instrumentos que são indispensáveis para o exercício da profissão”, completa o promotor.
Os 1.097 futuros soldados da Polícia Militar foram nomeados no último dia 13 de fevereiro, através de decreto do governador Paulo Câmara. No entender da Promotoria, a nomeação fere a Lei Complementar 108/2008, que dispõe sobre o ingresso nas corporações militares do Estado. Para Westei Conde, os alunos atualmente no curso foram nomeados “sem terem realizado e concluído, com aproveitamento e satisfação dos requisitos legais, o curso de formação”. 
O Ministério Público também apura a utilização indevida de alunos do curso de 2012 em eventos, possivelmente com o propósito de dar sensação de segurança à população.
Ainda segundo o promotor, independentemente do fato de a SDS utilizar ou não os alunos no esquema de segurança do São João deste ano, é preciso que a corporação observe certos preceitos. O texto da recomendação dá conta de que a PM “deve evitar a utilização de métodos que provoquem sofrimento desnecessário, não se tolerando o uso abusivo ou arbitrário da força e o emprego inadequado de armas (letais ou não letais)”.
Conde explica que o policial também não pode deixar de ser considerado em sua condição de titular de direitos humanos. “O que se deseja é uma polícia eficiente e que garanta direitos. Mas para isso, é preciso um grande investimento na valorização profissional dos policiais, coisa que foi feita de forma muito tímida, mesmo no âmbito do Pacto pela Vida. No final das contas, cobra-se muito do policial e não se faz o mesmo pela formação dele.”
Através da assessoria de comunicação, a Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que não pretende utilizar os alunos do Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar na segurança dos eventos juninos em Pernambuco. Segundo a SDS, todas as etapas da formação da turma de 1.097 pessoas serão seguidas e apenas ao final do estágio em prática policial militar é que os soldados estarão patrulhando as ruas.
Até o fim do ano o governo do Estado espera divulgar os editais de concurso público para a área de segurança. Serão 1,5 mil novos soldados para a Polícia Militar, 500 agentes e 50 escrivães para a Polícia Civil e 316 novas vagas na Polícia Científica.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

MILITARES COBRAM POSICIONAMENTO DA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO E PODEM FAZER MOVIMENTO PERTO DO SÃO JOÃO




Cansados de esperar por uma resposta do Governo do Estado, diretores da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA - PE) estiveram hoje (quinta-feira, 11.06) na Secretaria  de Administração do Estado para cobrar a retomada das negociações salariais. Eles foram recebidos pelos assessor técnico Julio Jonas.

Na oportunidade, o presidente José Roberto Vieira, os diretores Salatiel Berto e Luciano Falcão questionaram sobre o silêncio do Governo do Estado quanto a pauta de reivindicações dos policiais e bombeiros militares, a qual não inclui apenas salário mas as mudanças no Código Disciplinar, plano de cargos e carreiras, e outros pontos que estão pendentes desde a greve do  ano passado.

A tropa continua inquieta e insatisfeita. Caso o governo não se pronuncie perante a cobrança da ASPRA-PE, na abertura  das negociações, será iniciada nossa mobilização, tendo como primeiro passo uma grande passeata com toda categoria que sairá do memorial de medicina até o palácio do governo

quarta-feira, 10 de junho de 2015

PMPE: PJES SUSPENSO PARA ALGUNS POLICIAIS MILITARES DE PERNAMBUCO!


Prezados Diretores Integrados.
Boa Noite!
Por questão de contingenciamento de verbas, a SDS comunicou que a partir desta data / 09 jun 2015 - TER, fica suspenso o lançamento de cotas de PJES, destinadas aos Oficiais de fiscalização de Patrulhas dos Bairros de todas as Diretorias Integradas, bem como, as do Oficial do BPGd. 
A presente suspensão perdurará até ulterior deliberação da citada Secretaria.
Solicito a V.Sas a imediata divulgação com as OME subordinadas evitando lançamento equivocado nesta data, pois não haverá verba para o pagamento do Oficial empregado.
Finalizando, informo-vos que os demais serviços do PJES continuam normais.
Atenciosamente,
Cel PM Vieira / DPO

PORTARIAS DOS CONCURSOS QUE SERÃO REALIZADOS PELO ESTADO DE PERNAMBUCO



CONCURSO DA POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO
PORTARIAS SAD DO DIA 08.06.2015
PORTARIA CONJUNTA SAD/SDS Nº 048, DE 08 DE JUNHO DE 2015
O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO e o SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL, tendo em vista o disposto na Lei Estadual nº 14.538,
de 14 de dezembro de 2011, e autorização contida na deliberação Ad Referendum da Câmara de Política de Pessoal nº 042, de 14 de
maio de 2015, da Câmara de Política de Pessoal – CPP, RESOLVEM:
I. Instituir Comissão Coordenadora, responsável pela normatização e acompanhamento da execução do Concurso Público para o
provimento de 1.500 (mil e quinhentas) vagas para os cargos de Soldado da Polícia Militar, fi cando, desde já, designados os seguintes
membros, sob presidência da primeira:
#CONCURSO DA POLICIA CIVIL DE PERNAMBUCO
O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO e o SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL, tendo em vista o disposto na Lei Estadual nº 14.538,
de 14 de dezembro de 2011, e autorização contida na deliberação Ad Referendum da Câmara de Política de Pessoal nº 044, de 18 de
maio de 2015, da Câmara de Política de Pessoal – CPP, RESOLVEM:
PORTARIA CONJUNTA SAD/SDS Nº 049, DE 08 DE JUNHO DE 2015
I. Instituir Comissão Coordenadora, responsável pela normatização e acompanhamento da execução do Concurso Público para o
provimento de 550 (quinhentas e cinquenta) vagas para os cargos de Agente de Polícia Civil e Escrivão de Polícia Civil, fi cando, desde
já, designados os seguintes membros, sob presidência da primeira:
#CONCURSO POLICIA CIENTIFICA (PERITO E MÉDICO LEGISTA)
PORTARIA CONJUNTA SAD/SDS Nº 050, DE 08 DE JUNHO DE 2015
I. Instituir Comissão Coordenadora, responsável pela normatização e acompanhamento da execução do Concurso Público para o
provimento de 96 (noventa e seis) vagas para os cargos de Perito Criminal e Médico Legista, fi cando, desde já, designados os seguintes
membros, sob presidência da primeira:
#CONCURSO POLICIA CIENTIFICA (PAPILOSCOPISTA E AUXILIAR DE LEGISTA)
PORTARIA CONJUNTA SAD/SDS Nº 051, DE 08 DE JUNHO DE 2015
I. Instituir Comissão Coordenadora, responsável pela normatização e acompanhamento da execução do Concurso Público para o
provimento de 220 (duzentas e vinte) vagas para os cargos de Perito Papiloscopista, Auxiliar de Perito e Auxiliar de Legista, fi cando,
desde já, designados os seguintes membros, sob presidência da primeira:
#CONCURSO IPA
PORTARIA CONJUNTA SAD/IPA Nº 052, DE 08 DE JUNHO DE 2015.
O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO e o DIRETOR PRESIDENTE DO INSTITUTO AGRONÔMICO DE PERNAMBUCO - IPA, tendo
em vista a autorização contida no Decreto nº 41.748, de 21 de maio de 2015 e a Deliberação Ad Referendum n° 033, de 07 de maio de
2015, da Câmara de Política de Pessoal,
RESOLVEM:
I. Tornar pública a abertura de Seleção Pública Simplifi cada, visando à contratação temporária de 136 (centro e trinta e seis) profi ssionais
de diversas áreas, sendo 37 (trinta e sete) de nível superior e 87 (oitenta e sete) de nível médio / técnico e 12 (doze) de nível médio para
atuar no Instituto Agronômico de Pernambuco - IPA, observadas as regras dispostas no edital constante do Anexo Único desta Portaria
Conjunta.
II. Determinar que a Seleção Pública de que trata o item anterior será realizada para atender à situação de excepcional interesse
público do Instituto Agronômico de Pernambuco - IPA, e terá validade de 12 (doze) meses, prorrogável por até igual período, a contar da
homologação de seu resultado fi nal, publicada no Diário Ofi cial do Estado de Pernambuco.
OBSERVAÇÃO AS INFORMAÇÕES ACIMA CONSTA NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO DO DIA 09 DE JUNHO DE 2015, ATALHO PARA ACESSA-LO 
http://200.238.105.211/…/1-Pod…/PoderExecutivo(20150609).pdf

sábado, 6 de junho de 2015

REAJUSTE SALARIAL

Paulo critica greve de professores e pede compreensão a policiais militares

Governador reforça que Estado está impedido de aumentar salário dos servidores

Publicado em 05/06/2015, às 15h17

Do JC Online

Paulo critica greve de professores e pede paciência a demais categorias de servidores / Sérgio Bernardo/JC Imagem

Paulo critica greve de professores e pede paciência a demais categorias de servidores

Sérgio Bernardo/JC Imagem

O governador Paulo Câmara (PSB) celebrou a redução no número de homícidios em Pernambuco, mas pode ter outra dor de cabeça na área de segurança. Isso porque o presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), Alberrison Carlos, já sinalizou que a categoria está insatisfeita com o anúncio de que não haverá reajuste salarial e não está disposta a esperar para negociar. Apesar dessas pressão, o socialista reforçou nesta sexta-feira (5) que não há margem para aumento de salário.

"Estamos conversando com todas as categorias, colocando essa situação que o Estado passa, que entendemos ser momentânea. Fizemos o que era possível ser feito no âmbito da Polícia. Vamos continuar conversando. O governo não vai parar de dialogar, de sentar na mesa, de mostrar os números, de ouvir. Agora a situação está posta. Tivemos um primeiro quadrimestre e isso nos impede de avançar em questões salariais", falou o governador.
Para Paulo, a greve é prejudicial para o Estado e para os servidores para resolver a situação das categorias. Ele comentou a paralisação dos professores. "Não é o melhor caminho fazer greve, greve só prejudica os alunos, não vai melhorar a situação financira do Estado e nem os salários dos professores. O Estado chegou a um limite máximo que podia chegar das promoções que foram colocadas na mesas. Infelizmente, o sindicato decidiu voltar à greve. A gente espera que a situação se normalize. Temos condições de continuar discutindo o futuro, tenho compromisso com os professores e com a educação", disse.
Paulo declarou que o Estado está indo em busca de recursos e descartou novos cortes no custeio da máquina estadual por meio do Plano de Contigenciamento de Gastos (PCG). "Estamos com R$ 330 milhões cortados. Por enquanto a situação ainda é de equilíbrio. A gente espera que se mantenham as nossas projeções até o fim do ano. E não havando mais frustração a gente fica por aí (nos cortes)", destacou.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Polícia Civil

Sinpol acusa governo do Estado de perseguição a policiais e sindicalistas

Publicado em 03/06/2015 às 19:43 por em Notícias
Na foto, presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros. Foto: Divulgação.
Na foto, presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros. Foto: Divulgação.
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) divulgou nesta quarta-feira (3) nota de repúdio ao governo do Estado. No texto, a entidade acusa a gestão de perseguir sindicalistas e policiais que estão participando da Operação Polícia Cidadã.
A nova diretoria do Sinpol explica que, no último dia 21 de maio, foi surpreendida por notificações de aberturas de Processos Administrativos Disciplinares (PAD) com intenção de demitir integrantes da diretoria do sindicato e punir policiais que seguiram suas orientações, além de inquérito no intuito de criminalizar as atitudes legítimas e legais da diretoria em defesa de direitos trabalhistas e da própria segurança dos policiais convocados para a referida operação.
Nota de repúdio ao Governo do Estado pelas Perseguições ao Sinpol-PE:
A nova Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, Sinpol, desde que foi empossada vem expondo para a sociedade os problemas e as dificuldades que os Policiais Civis encontram para prestar um serviço de segurança pública de qualidade ao cidadão, inclusive lançando a Operação Polícia Cidadã, para mostrar os direitos e deveres dos policiais e do povo. Por isso, repudiamos a forma como o Governo do Estado tratou os Policiais Civis que estão lutando por sua valorização e condições de trabalho dignas para melhorar a Segurança Pública, dentre estes, os que participaram da Operação Paz no Sertão, ocorrida no dia 07 de maio deste ano.
No dia 21 de maio fomos surpreendidos por notificações de aberturas de Processos Administrativos Disciplinares (PAD) com intenção de demitir integrantes da diretoria deste sindicato e de punir policiais que seguiram suas orientações, além de inquérito no intuito de criminalizar as atitudes legítimas e legais da diretoria em defesa de direitos trabalhistas e da própria segurança dos policiais convocados para a referida operação.
Tais procedimentos foram instaurados porque a diretoria do Sinpol, na noite anterior a deflagração da Operação, foi informada que vários Policiais Civis seriam mandados para o Sertão sem o pagamento de qualquer verba a título de horas extras, diárias, adicional noturno e sem as mínimas condições físicas e de segurança, pois, seriam, como foram, obrigados a viajar durante a madrugada percorrendo mais de 500km para que ao chegarem ao local dessem cumprimento aos mandados de prisão contra integrantes de grupos de extermínio, bem como aos mandados de busca e apreensão, confeccionarem os autos policiais decorrentes das prisões e apreensões, realizarem a coleta dos depoimentos, confeccionarem possíveis flagrantes e retornarem para Recife ao término da exaustiva e extenuante jornada.
É importante frisar que o Sinpol não atuou contra a realização do serviço policial, antes, porém, defendeu os direitos dos trabalhadores da segurança pública, pois, a nós foi dada a prerrogativa de representar e defender os legítimos direitos dos Policiais Civis. Nunca deixaremos que um serviço policial seja realizado subjugando-se os direitos básicos e fundamentais dos trabalhadores, principalmente pelas instituições que têm por dever o cumprimento das leis.
Reafirmamos que o Sinpol, prezando pelos princípios democráticos, está aberto ao diálogo e ao entendimento, por isso não entende o porquê de tais perseguições e da criminalização de suas ações. Não permitiremos que o Governo regrida em suas atitudes aos tempos sombrios que vivenciamos durante a Ditadura Militar, demonstradas através dessas tentativas de retaliações.
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco irá continuar defendendo os direitos dos Policiais e mantendo o compromisso de melhorar a segurança pública para a sociedade pernambucana. Não irão nos calar. Ninguém estará só!
A DIRETORIA DO SINPOL-PE

terça-feira, 2 de junho de 2015

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) está preocupada com o silêncio do Governo do Estado e garante que está difícil esperar. Na manhã desta terça-feira (02.06), a diretoria da entidade fez uma reunião emergencial para analisar os próximos passos. Será que vai ser necessário a Associação chamar a tropa, através de uma assembleia geral para que o governo volte suas atenções para nossas negociações em 2015?
Desde a última movimentação, em fevereiro deste ano, ficou acordado que retomaríamos a negociação no mês de maio com o Governo sobre os seguintes pontos: reajuste salarial; plano de cargos e carreiras; código disciplinar; Hospital da PM; chegou junho e, até agora, nada. Até mesmo as outras entidades representativas estão caladas. A ASPRA – PE encaminhou ofícios convidando todas para uma reunião e nem recebeu resposta.
Mandamos ofício para as demais entidades representativas para uma reunião no dia 20 e não vieram. Reiteramos para o dia 26 e não compareceram. Mandamos também para o Governo do Estado e Secretaria de Administração. Infelizmente, O Governo não se manifestou e só resta convocar uma Assembléia Geral com a categoria pra repassar o que esta acontecendo.
Seria muito importante que as demais entidades se juntassem a ASPRA – PE para que, juntos, possamos cobrar do Governo e lutarmos pelo o que nos foi prometido. A categoria merece respeito. O governador que tomou para si o Pacto pela Vida tem que tomar também as negociações com os PMs e BMs. .Eles estão há muito tempo empurrando com a barriga a situação  e agora queremos solução. A violência está aumentando, população está sofrendo e nós, que arriscamos a vida no combate ao crime, estamos abandonados à própria sorte.

 José Roberto Vieira – presidente da ASPRA - PE

sexta-feira, 29 de maio de 2015

segurança pública

Pacto pela Vida. Comando da Polícia Civil quer ampliar prisões. Sindicato questiona iniciativa

Publicado em 28/05/2015 às 17:00 por em Notícias
A Secretaria de Defesa Social, através da Polícia Civil de Pernambuco, deflagrou desde a terça(26) e concluiu à meia noite de quarta (27) a Operação Esforço Geral – V, com o objetivo, de pelo quinto mês seguido e empregando o máximo de Policiais Civis em todo o Estado, aumentar em dois dias (26 e 27/05) o número de cumprimento de mandados de prisão e realizar prisões em flagrante delito por todo o estado.
Em debate no programa Cidade Vida, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, explicou que o programa Pacto Pela Vida havia saído dos trilhos justamente porque, em nove meses, no ano passado, a efetuação de prisões havia sido relaxada, com conseqüente aumento da criminalidade.
De acordo com a Polícia Civil, foram empregados na citada operação 555 policiais.
“Agora em Maio a operação Esforço Geral recolheu criminosos com envolvimento em homicídios, roubos, tráfico de drogas e outras ações criminosas. Também foi apreendido material como armas e munições”. Os detalhes da operação serão apresentados nesta sexta(29), às 8h30min, na sede operacional da Polícia Civil, no Recife.
Na mesma toada, o Sinpol divulgou uma nota oficial sobre a operação esforço geral. Veja os termos abaixo.
“O SINPOL entende que a Operação Esforço Geral, estratégia lançada pela Chefia da Polícia Civil para a cada final de mês, durante dois dias, realizar o máximo de cumprimentos de mandado de prisão, é uma tentativa de arrefecer a crescente violência no Estado e o consequente aumento no número de assassinatos. Na tentativa de se diminuir os índices, procura-se prender aquelas pessoas que já possuem mandado de prisão expedido e poderiam estar envolvidas ou vir a se envolver em crimes de homicídio.
É dever de todo Policial Civil cumprir mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário, envidando esforços no sentido de combater a criminalidade, dentro da legalidade, e em plena harmonia com suas atribuições. Para tanto, é preciso que sejam observadas as normas e técnicas amplamente conhecidas, garantindo-se também ao policial as condições necessárias para a proteção de sua própria vida, mesmo com os riscos inerentes à profissão.
Assim sendo, orientamos todos os Policias Civis a, participando de quaisquer operações policiais, observarem o uso e exigirem a disponibilização de equipamentos básicos de proteção individual e armamentos necessários para a proteção e bom desempenho nas tarefas realizadas, assim como observarem a necessidade de Ordem de Serviço para atividades externas, bem como resposta através de Parte de Serviço, e demais formalidades legalmente estabelecidas, contidas no Manual da Operação Polícia Cidadã e legislações pertinentes.
O Sindicato dos Policiais Civis propõe-se a contribuir para a promoção de segurança pública, resgardando-se os direitos dos agentes de segurança, profissionais tão pressionados pelas próprias características da profissão, por governos, pela mídia e pela sociedade, a quem devem proteger”, escreve a diretoria do Sinpol.

Pernambuco: Delegada diz que não vai mais tirar o PJES, porque só tem um Agente para ajudá-la e nada funciona na delegacia e manda ofício informando ao Ministério Público! Além de informa ao SINPOL e ADEPPE.

Ministério Público assume flagrante de tráfico de drogas em razão da falta de delegado de polícia! O promotor disse que na ausência do delegado de polícia de plantão para receber o flagrante após as 18 horas, e da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal para deslocar os suspeitos até a capital, coube ao MP instaurar procedimento investigatório para apuração do crime de tráfico ilícito de drogas.

TOCANTINS 

MPE assume investigação de tráfico de drogas em razão da falta de delegado de polícia

Da Redação
Foto: Ascom/MPE
 Também foram apreendidos maconha e cocaína
O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Guaraí, solicitou a prisão preventiva de Elenilson da Silva Aires e Ronielson Soares Calazans após a apreensão de 14,9 quilos de maconha e 1,6 quilo de cocaína.

Os suspeitos foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nessa terça-feira, 26, por volta das 17h30. O Poder Judiciário atendeu ao pedido do MPE e decretou a prisão preventiva dos dois.

O promotor de Justiça Gulherme Goseling Araújo, responsável pelo caso, relata que em virtude da ausência de delegado de polícia de plantão para receber o flagrante após as 18 horas, e da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal para deslocar os suspeitos até Palmas, coube ao MPE instaurar procedimento investigatório para apuração do crime de tráfico ilícito de drogas.

A decisão de solicitar a prisão preventiva levou em consideração o poder investigatório do Ministério Público Estadual, reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, a gravidade do crime praticado e a eminente soltura dos detidos.

“A prisão preventiva tem a finalidade de garantir a aplicação da lei penal, visto que os dois não possuem qualquer vínculo com a cidade de Guaraí e tampouco têm endereço confirmado. Se permanecessem soltos, poderiam empreender fuga e jamais serem encontrados novamente”.

Após a prisão preventiva, os suspeitos foram encaminhados à cadeia pública de Guaraí.